Fantasia e Um coração partido

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Enquanto salto de site em site, às vezes ocorrem-me assim umas coisas menos diplomáticas, mas que acredito serem piamente verdade. E às vezes tenho de as pôr em papel porque, enquanto não o fizer, elas não me largam.

O mote destas Palavras Soltas é: read more

Aprender com os erros

Diz-se que é importante conhecer a História para aprendermos com os erros do passado. Até porque não temos tempo para cometermos todos os erros que existem. E ainda bem!

Todos deveríamos conhecer intimamente a nossa História Mundial, a nossa História Nacional e a nossa História Pessoal. Todas elas têm algo para nos ensinar. read more

Cidade à vista…

I’m back. Não desapareci do mapa-mundo, apesar de ter tirado uns dias de férias sem alertar para o evaporar da minha presença da www. Agora estou de volta, de baterias recarregadas e cheia de saudades destes meus pedacinhos de reflexão aqui neste blog.

Avançando assim para as novidades dos últimos dias. Depois do casamento do ano vieram as merecidas férias (mini-férias, mais concretamente) e com elas algumas coisas novas. read more

Paranóias de infância

Após ler o texto “How to stop worrying what others think”, cruzei-me com um post de Seth Godin “Now you are a celebrity”, e dei por mim a pensar numa série de barbaridades que tanto sentido fazem nesta vida sem sentido.

Sempre tive um problema ou dois neste departamento de querer agradar a todos. Desde que me lembro de ser gente que tento agradar, gosto de agradar e motiva-me ser recompensada quando agrado (em sentido lato, claro!). Lembro-me particularmente bem das constantes comparações entre mim e o outro rebento da família. Coitada, aí saiu-lhe a palhinha mais curta. read more

A felicidade de uma criança

A criança arregalou os olhos, num misto de deslumbramento e incredulidade. Aquilo tudo era para ele? Nunca imaginara que a felicidade fosse assim, redonda, vermelha e… doce. Mas aquele gesto vindo dum homem tão rude, um desinteressado, um estranho, se não contasse com as inúmeras vezes que se cruzaram com ele nas escadas ou na frente do prédio onde vivia, acrescia ao espanto que ele sentia.

Nunca na vida provara um rebuçado, nunca houvera dinheiro extra para rebuçados. Aliás, nunca havia nada extra, e normalmente o dinheiro que havia não chegava para o essencial, quanto mais para o rebuçado extra. Pelo menos era o que ouvia da sua avó. read more

Mostrem-me onde fica o Off

Eu não sei desligar o botão. E eu sei que não o sei desligar, o que torna as coisas ainda mais complicadas. Aquele botãozito pequenito que corta a corrente quando o quadro eléctrico está prestes a incendiar-se. Sabem qual é?

A atenção dividida é uma prerrogativa que nos assiste, que faz com que a maioria das mulheres desempenhem várias tarefas ao mesmo tempo. Faz com que nos sobrecarreguemos de actividades. (Acumular actos confunde o Corpo.) read more