
“… para ele a vida era a primeira, a maior das artes, e todas as outras artes nada mais pareciam ser do que uma preparação para a vida.” – Oscar Wilde em ‘O Retrato de Dorian Gray’
O que posso dizer sobre esta obra?

“… para ele a vida era a primeira, a maior das artes, e todas as outras artes nada mais pareciam ser do que uma preparação para a vida.” – Oscar Wilde em ‘O Retrato de Dorian Gray’
O que posso dizer sobre esta obra?

Aviso: Este artigo contém excertos de cartas, uma sugestão de leitura para apreciadores da obra de Jane Austen e inspiração para autores auto-publicados.
Foi com lágrimas nos olhos que terminei esta obra… ali, algures pelo final do primeiro parágrafo da carta de Cassandra Austen para a sua sobrinha Miss Fanny Knight:

Sempre adorei manter cadernos de apontamentos. E, em simultâneo, sempre odiei escrever diários. Contudo, há uns anos, estas convicções sofreram um abalo valente.
Primeiro, porque o acumular de cadernos de apontamentos, sem qualquer índice ou ritmo, deixam-me perdida.

Não. Não descobri notas de 500 euros dentro de nenhum livro.
Descobri um livro com 141 anos na minha estante, mas também não tem valor pecuniário… e, bem que dava jeito.

De Susanna Tamaro este é o sexto livro que leio.
Tendo o formato de livro, enquanto o seu conteúdo foge ao objecto em si, “Regresso a Casa” compõem-se por três momentos escritos da autora, contendo dois discursos e uma entrevista.

Um livro que adoptamos nunca é só um livro que trazemos para casa. Um livro que compramos nunca é só um livro para encher uma estante. Um livro que lemos nunca é só uma história com que estamos em contacto.
“Never Let Me Go”, de Kazuo Ishiguro, veio da Feira do Livro de 2021, do lado dos alfarrabistas, com direito a anotações a lápis e tudo [inserir emoji com olhinhos em coração].

Hoje, em Portugal, celebra-se o Dia da Biblioteca Escolar. Outubro sendo considerado o Mês Internacional da Biblioteca Escolar.
Assim,