
Aviso: Este artigo contém uma história trágica, uma obra fenomenal e uma forma mais adequada de ver a criação artística… acho.
O que seria da vida se não tivéssemos a coragem de tentar ir mais longe? – Vincent Van Gogh
Aviso: Este artigo contém uma história trágica, uma obra fenomenal e uma forma mais adequada de ver a criação artística… acho.
O que seria da vida se não tivéssemos a coragem de tentar ir mais longe? – Vincent Van Gogh
Aviso: Este artigo contém um livro infantil, um quadro famoso, bonecas das preocupações da Guatemala e uma descoberta no roupeiro.
Lia “As Preocupações do Billy” com a minha filha, num título que me pareceu pouco promissor, “crianças” e “preocupações” não deviam poder coexistir na mesma frase, quanto mais em realidade… quando me deparo com uma ilustração conhecida.
Há tanto tempo que não escrevia para o Baú de Curiosidades aqui do blog. Porquê? Não faço a menor ideia… Considero que existem peculiaridades literárias, ou correlacionadas com literatura, que são o sumo que nos alimenta a alma.
O último Baú de Curiosidades que escrevi foi sobre Júlio Verne e o poder da obra deixada, o pai da Ficção Científica, mas também podem ver Peculiar Vargas Llosa e a suspeita de plágio, ou Os Monitores de Terry Pratchett sobre… o uso dos seus seis monitores. E, mais uns quantos artigos cheios de curiosidades literárias.
Curiosa é esta teimosia em não atribuir Prémios Nobel da Literatura a escritores consagrados. Ou melhor, há muita controvérsia sobre a escolha dos nomeados e, muitas vezes, o Prémio é aquilo que vem ajudar a consagrá-los perante o grande público.
Parece que há uma qualquer regra implícita que diz que este prémio anual deve ser atribuído aos obscuros, provenientes de países que não pertençam ao primeiro mundo, com carreiras feitas de obras convencionais e/ou porque são homens, ou mulheres, dependendo do ano em questão.
Júlio Verne, o homem do ar, do mar, do espaço e do centro da terra.
Escreveu mais de 100 livros de uma diversidade e imaginação impressionantes. Consta como um dos escritores cuja obra é das mais traduzidas, contando 148 línguas.
“Algo anda mal na cultura de um país se os seus artistas, em lugar de se proporem mudar o mundo e revolucionar a vida, se empenham em alcançar proteção e subsídios do governo.” Mario Vargas Llosa
A isto acrescento: ou se tentam trabalhar para o Governo.
Rejeições, rejeições… Todos nós odiamos ser rejeitados, seja por quem for, e no que for. No mundo da Escrita odiamos, absolutamente, a rejeição. Em especial, aquela feita de silêncio absoluto.