Livros perdidos no tempo

Muitas são as páginas e as letras perdidas no tempo. Os livros compilados como tal, ou aqueles que não passaram dum aglomerado de páginas nas mãos de alguém. E como tudo na vida tem um fim, algumas destas obras não chegaram aos nossos dias, nem a muitos dias antes dos nossos. Aqui menciono algumas obras, outras mais existirão decerto, perdidas no tempo e read more

11/11/2011 – Open Day na Lx Factory

Um espaço para os irreverentes. Para todos aqueles que acreditam que o mundo é feito de oportunidades, de esforço e de arte. E o que falta na conservação do espaço, sobra em criatividade e ambição.

Para além da rua principal, com as lojas e restaurantes ao ar livre (onde se inclui a Livraria “ read more

Como uma árvore de garrafas é um exemplo para todos os escritores

Elmer Long é um herdeiro de objectos pouco convencionais. Recolhidos pelo seu pai, no deserto do Mojave, ao longo de vários anos.

E o que fazer com uma tonelada de garrafas de vidro?

Elmer resolveu este dilema colocando-as em exposição de forma original. Criou estruturas que se assemelham a árvores de vidro, e que já figuram no roteiro de peculiaridades a visitar read more

Uma livraria para apreciar devagar

Ler Devagar” é a livraria de serviço da Lx Factory, em Alcântara. Instalada num edifício do antigo complexo industrial, este espaço cresceu à volta de uma máquina rotativa de três andares, pertencente à antiga Gráfica Mirandela.

Uma Livraria, Biblioteca, Auditório e Galeria, munida de uma pastelaria read more

João Ricardo Pedro, o vencedor do Prémio Leya 2011

“O teu rosto será o último” é o título da obra de João Ricardo Pedro, agraciado com o Prémio Leya 2011.

Um dos Prémios mais cobiçados pela comunidade de escritores de língua portuguesa, não só pelo valor do prémio (100 mil Euros), mas também pelo prestígio do Prémio Leya.

A primeira edição deste concurso ocorreu em 2008, cujo vencedor read more

“A Dança” de Pablo Neruda

Não te amo como se fosse rosa de sal, topázio
Ou flecha de cravos que propagam fogo:
Te amo como se amam certas coisas obscuras,
Secretamente, entre a sombra e a alma.

Te amo como a planta que não floresce e
Leva dentro de si, oculta, a luz daquelas flores.
E graças a teu amor, vive oculto em meu
Corpo o apertado aroma que ascende da terra.

Te amo sem saber como, nem quando, nem onde.
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