Dezembro!!!! Acabei o último conto do 12 Meses/12 Contos de 2013 e… nem vale a pena comentar.
Um texto com mais de 8000 palavras em que pude conjugar algumas ideias, e devaneios dispersos, que havia acumulado durante o decorrer do ano passado.
Dezembro!!!! Acabei o último conto do 12 Meses/12 Contos de 2013 e… nem vale a pena comentar.
Um texto com mais de 8000 palavras em que pude conjugar algumas ideias, e devaneios dispersos, que havia acumulado durante o decorrer do ano passado.
Este é o último artigo da série ‘Adeus 2013!!!’ e o primeiro de ‘Olá 2014!!!’. As últimas semanas, e a necessidade de resumir o que andei a fazer nos últimos 12 meses, deixaram-me com a cabeça às voltas. Entre o que estipulei fazer e o que fiz na realidade não posso dizer que tenha havido grande discrepância. Mas, e há sempre um ‘mas’, percebi que os resultados não foram os esperados.
É certo que não posso definir objectivos que não derivem dos meus esforços pessoais. É impossível determinar que resultados irei obter quando estes não dependem de mim em exclusivo. Contudo, algures pelo caminho, perdi a visão do alvo. (ou será que alguma vez o vi de todo?!) Não saber o que queremos fazer, onde queremos chegar, qual é o alvo, é o princípio para não chegar a lado nenhum. O nosso maior obstáculo (ou incentivo) é essa incerteza. Podemos não saber como lá chegar, ou se lá chegaremos, mas não podemos desconhecer o que queremos.
And this is my third challenge accepted for 2014. (versão portuguesa no final)
‘My 500 words: A Writing Challenge’ has a few basic rules (that you can find out here…) but the most important is to write five hundred words per day, during January.
Nem só de Leituras se fez o ano. Muito do tempo passado de volta da literatura traduziu-se em pesquisa, recolha de ideias, escrever e reescrever.
Gostava de ter escrito mais, de forma mais focada, orientada para objectivos específicos e projectos futuros. Infelizmente, muitas semanas se passaram a remoer outros temas, a cumprir prazos em tarefas menores, e fora da zona de concentração.
E assim começa a saga dos artigos de fim de ano. Não posso afirmar que tenha pena de me despedir de 2013. Mas, entre coisas e coisinhas, tenho a certeza que fiz o melhor que pude em cada ocasião.
Este ano, vi crescer o tráfego neste meu cantinho virtual (2013 não teve tudo mau, hein?!). Um dos meus objectivos para 2013 consistia em manter a publicação de, pelo menos, dois artigos semanais aqui no blogue (mais sobre isto, fica para outro artigo na série ‘Adeus 2013!!!’). Na maioria das semanas cumpri. Outras houve, em que nem por isso. No geral, acho que o balanço foi positivo, já que o tráfego aumentou e tal.
Lidar com os períodos festivos é sempre um desafio interessante. A proximidade familiar, o stress derivado da questão, a pausa prolongada das actividades literárias (pelo menos abastecemos a biblioteca durante o evento), as dezenas de pequenas coisas que não podemos esquecer, entre outras preocupações.
Alguma vez sentiram que no meio da confusão estavam a observar de fora, sem interagir realmente com aquilo que se passa à vossa volta? À parte? A língua inglesa tem uma boa palavra para designar este estado: detached (por vezes wayyyy detached)