
Criar, Criatividade, Arte, Engenho, é tudo uma ÚNICA coisa. No vasto espectro das nuances, é este o conjunto de palavras que define aquilo que considero o mais importante, nesta minha vida criativa.
Aquilo sem o qual não saberia SER…

Criar, Criatividade, Arte, Engenho, é tudo uma ÚNICA coisa. No vasto espectro das nuances, é este o conjunto de palavras que define aquilo que considero o mais importante, nesta minha vida criativa.
Aquilo sem o qual não saberia SER…

Temas. Todos os nossos escritos os têm.
Temas que reflectem, por hábito ou opção, aquelas coisas que fazem parte da nossa vida como pessoas. Sim, todos os escritores e criativos aprendem a reunir, e inspirar-se, naquelas coisas que existem, ou existiram, nas suas vidas.

“Este livro vai ajudar-te a escrever pedidos de resgate melhores.”
Ocorre-me aquela conversa sobre a importância da primeira frase (ver aqui…), aquele murro no estômago, a gargalhada inesperada, os calores no rosto… Foi assim, com esta frase: “Este livro vai ajudar-te a escrever pedidos de resgate melhores”, que Gary Provost se apresenta na primeira frase de “Cem Maneiras de Melhorar a Escrita”.

Escrevemos para nos lembrarmos de pormenores. Escrevemos para aprendermos factos. Escrevemos porque nos ajuda a raciocinar. Escrevemos para imaginarmos coisas.
Nem todos nós escrevemos porque gostamos. Nem todos escrevemos porque queremos. Nem todos escrevemos porque sabemos escrever e parece ser o próximo passo lógico.

Quando for crescida… rica… nenhuma delas ou ambas, em simultâneo, vou ter uma daquelas bibliotecas dignas de pin do Pinterest (espreitem estes Art Corners do meu coração).
Sabem quais são? Aquelas fotos brilhantes, captadas numa grande sala, de pé alto impressionante com, pelo menos, dois andares. Preferencialmente, com uma parede total de vidro e vista sobre um Oceano. Uma secretária posicionada de frente para o mar e um cantinho de leitura à janela. E, filas e filas de livros.

Levo alguns anos neste caminho de Escrita. Já falei sobre isso noutros artigos (como este e este) e sei que, quem segue este meu cantinho, está farto de ouvir falar nisto.
Tenho aprendido o que posso, como posso, dentro dos constrangimentos que tenho… sejam eles tempo, dinheiro e/ou disponibilidade mental. Tenho partilhado o que aprendo na esperança que sintam que não estão sozinhos nestes caminhos da escrita.

Como dizia um antigo professor e, perdoem-me por vos expôr a isto, ou se o vão reconhecer por estas palavras mas, uma vez que ele gritava isto para auditórios cheios de gente, não era segredo:
Ao contrário do que circula aí pelos corredores, a memória faz parte da inteligência. Se não sabem memorizar as definições correctas das coisas…