
Ora, já passaram algumas semanas desde o exercício criativo de encontrar a minha Palavra Orientadora para 2019.

Ora, já passaram algumas semanas desde o exercício criativo de encontrar a minha Palavra Orientadora para 2019.

Saber os números é parte importante de qualquer actividade. Quanto tempo levamos a fazer isto ou aquilo? Quantas pessoas nos visitam? Quantos artigos são publicados? Qual o retorno do investimento feito?
É preciso conhecer os números para poder trabalhar em melhorá-los… Mas, só porque sou chata em saber os resultados.

2018 foi curto. Parece-me que sim. Dei-lhe muito uso. Tanto, que me ficou a parecer curto para tudo aquilo que eu queria empreender.
Folheando o meu Diário (criativo), parece-me que arranjei e inventei as ferramentas necessárias para cada fase deste meu ano.

Numa das minhas voltas pelo Instagram (@saragfarinha), deparei-me com uma imagem que me serviu que nem uma luva.
Sob a hashtag #writerslife, a fotografia de uma rapariga, de bata vestida, e na legenda lê-se ‘Physical therapist by day, writer by night’ ou ‘Fisioterapeuta de dia, escritora à noite.’

Podemos usar o que nos rodeia, se nos abstrairmos de quem somos, e apenas observarmos e sentirmos o sítio onde estamos.
Faz sentido?

Agosto. O meio do ano veio e… passou. Agora é tempo de fazer um ponto de situação.
Comecei o ano empenhada em aprofundar algumas ideias que haviam começado a manifestar-se no final de 2017. Escrevi o artigo Novas Modas e um 2018 muito especial, com todos estes temas, o qual me ajudou a especificar tudo aquilo que me vinha sustentando há uns meses.

No âmbito deste meu ano de Crescimento Criativo, sobre o qual podem ler tudo aqui, tenho-me deparado com uma série de eventos/podcasts/livros/cursos que muito me têm servido.
Em cada mês de 2018, tenho estabelecido algumas metas, optado por encher o meu poço criativo, criado pelo simples prazer de criar… e, lutado por algo, com significado, em cada passo deste caminho.