
Há quanto tempo não escrevo um destes? Não sei. Perdi-lhe a conta.
Mas, os Diários de Bordo são importantes. São os check-ins que preciso para ganhar perspectiva sobre o que tenho feito e, como isso, serve o meu Trabalho Criativo.

Há quanto tempo não escrevo um destes? Não sei. Perdi-lhe a conta.
Mas, os Diários de Bordo são importantes. São os check-ins que preciso para ganhar perspectiva sobre o que tenho feito e, como isso, serve o meu Trabalho Criativo.
Passou um mês e uns picos desde o início de 2013 e, durante este período, contemplei uma série de planos e projectos aos quais me pretendo dedicar. 2013 arrancou com algumas novidades, muita esperança e algumas frustrações que, admito com algum rancor, fazem parte.
Janeiro viu o meu livro ser incluído num evento promovido pelo ‘Morrighan’. O Passatempo Especial Pack Autores Portugueses, na celebração do aniversário do blogue, num total de oito exemplares sorteados. E foi um prazer vê-lo em tão distinta companhia.

Não há nada pior do que entrar num site, blogue, página de qualquer tipo, lermos um bom texto para a seguir nos depararmos com a falta de informação sobre o seu autor. Lapso ou intenção, é certo que deixa o leitor confuso.
Não é a primeira vez que foco, aqui no blogue, a importância da página ‘About’ ou ‘Sobre Mim’ (artigo ‘A importância da Página ‘Sobre Mim‘). Não desejando ‘bater no ceguinho’, quero voltar a firmar o que significa mostrar quem somos e o que pretendemos com o nosso cantinho virtual.
Criado em 2007, este meu cantinho virtual tem sido a tela de muitas histórias, de inúmeros desafios e um vislumbre deste mundo.
Hoje, 22 de Novembro de 2012, publico o artigo #500. A responsabilidade inerente a este facto levou-me a ponderar em coisas como o objectivo deste espaço, a vivência diária deste projecto, as mudanças cíclicas que influenciam os conteúdos e, acima de tudo, a dedicação que envolve.
Passaram dois meses e qualquer coisa desde o meu último Diário de Bordo de Actividades Literárias. Muito tem acontecido, aqui por estes lados, como decerto têm seguido através dos artigos deste blogue.
Dia 29 deste mês celebra-se um ano de vida pública do meu primeiro livro ‘Percepção, uma estranha realidade’. Em jeito de comemoração estou a preparar uma pequena surpresa, que revelarei em breve. Aproveito para relembrar que podem visitar o universo de ‘Percepção’, no blogue dedicado na íntegra a este livro, e adquiri-lo através dos contactos disponibilizados por lá. Vejam mais aqui…
Mais duas semanas passaram a correr. Muito deste tempo despendi-o entre escritos, doenças, leituras e outros acontecimentos mais ou menos relevantes para este artigo. Focando o essencial, quero deixar a minha impressão pessoal sobre estes últimos dias:
Porque raio é que só quando olhamos para trás é que verdadeiramente vemos o que aconteceu? Beats me! *shrug*
Por vezes dou comigo dedicada a projectos parvos. Não daquele tipo de coisas que não se consegue voltar atrás, mas daquele género de ideias que inicialmente me parecem boas e que poderiam resultar. Na maioria dos casos acabo por constatar que devia ter escutado a minha opinião formada sobre o assunto, mas não é por isso que deixo de avaliar um desafio.
Nestas situações a minha curiosidade costuma vencer a minha racionalidade. O projecto parvo a que me refiro (sim, porque gosto de ter coisas destas frequentemente) consistia em algo tão simples como: comprar uma daquelas revistas dedicadas ao público feminino para poder estudar como se criam títulos que atraiam leitores.