
Junho veio e Junho foi. (Recorda-me o início de uma música que começa assim “madness comes and madness goes…”)
Julho chegou cheio de sol e possibilidades de libertação precária de um vírus que nos mantém a (quase) todos sob o seu jugo. E…

Junho veio e Junho foi. (Recorda-me o início de uma música que começa assim “madness comes and madness goes…”)
Julho chegou cheio de sol e possibilidades de libertação precária de um vírus que nos mantém a (quase) todos sob o seu jugo. E…

Quando a Língua muda, a Cultura muda. Quando a Cultura muda, a Literatura muda. Quando a Língua muda, a Literatura muda.
Com tantas mudanças em operacionalização é justo acreditar que aquilo que escrevemos tem um grande impacto na nossa cultura.

Adoro Julho. Porque está calor. Porque é o mês do meu aniversário. Porque é o meio do ano que decorre e, por isso, altura de fazer uma pausa e avaliar o que foi, e o que será. Porque podemos ir à praia ou fazer qualquer outra actividade cujo céu azulinho torne mais prazerosa… Até ler na rua se torna mais especial.
Sinto que, durante os meses de Verão, existem mais oportunidades para actividades diferentes. Espaços para outras formas de encher o poço criativo e uma predisposição para a felicidade que não se manifesta, desta exacta maneira, no resto do ano.

Não vos direi para irem escrever.
Como fazê-lo sem qualquer prelúdio? Não, não vos vou mandar escrever mas, sintam-se convidados a fazê-lo.

Uma homenagem humilde a José Saramago.
Nasceu a 16 Novembro 1922

E, quando nos convencemos que, sem uma fórmula, não sabemos escrever?
Começo por reafirmar que acredito que devemos aprender de forma constante. Se lêem este meu cantinho há uns tempos, já devem ter apanhado que, por circunstâncias diversas, sou adepta do auto-didatismo.