
Há quanto tempo não escrevo um destes? Não sei. Perdi-lhe a conta.
Mas, os Diários de Bordo são importantes. São os check-ins que preciso para ganhar perspectiva sobre o que tenho feito e, como isso, serve o meu Trabalho Criativo.

Há quanto tempo não escrevo um destes? Não sei. Perdi-lhe a conta.
Mas, os Diários de Bordo são importantes. São os check-ins que preciso para ganhar perspectiva sobre o que tenho feito e, como isso, serve o meu Trabalho Criativo.

Quando for crescida… rica… nenhuma delas ou ambas, em simultâneo, vou ter uma daquelas bibliotecas dignas de pin do Pinterest (espreitem estes Art Corners do meu coração).
Sabem quais são? Aquelas fotos brilhantes, captadas numa grande sala, de pé alto impressionante com, pelo menos, dois andares. Preferencialmente, com uma parede total de vidro e vista sobre um Oceano. Uma secretária posicionada de frente para o mar e um cantinho de leitura à janela. E, filas e filas de livros.

12 ANOS! Outra vez, agora mais devagar, este blog celebra o 12º aniversário.
Começou de forma incerta e insegura. Sem grandes planos, ou compreensão, para o que poderia vir a ser. Nasceu da minha vontade de aprender sobre a Arte da Escrita e de partilhar esse conhecimento convosco.

Esta é a segunda parte do artigo gigante sobre o livro “Big Magic” de Elizabeth Gilbert. Esta é uma opinião sincera, que me colocou numa posição em que pude observar a minha vida criativa com um espírito aberto e mais leve.

Preparem-se porque este artigo vai ser gigante… do tamanho da relevância de ‘Big Magic’. Tão gigante que, após cuidada ponderação, decidi publicá-lo na íntegra, mas em dois artigos diferentes.
… Mas, só porque não quero levar ao limite o esforço do WordPress, e das suas birras das últimas semanas.

Numa das minhas voltas pelo Instagram (@saragfarinha), deparei-me com uma imagem que me serviu que nem uma luva.
Sob a hashtag #writerslife, a fotografia de uma rapariga, de bata vestida, e na legenda lê-se ‘Physical therapist by day, writer by night’ ou ‘Fisioterapeuta de dia, escritora à noite.’

Podemos usar o que nos rodeia, se nos abstrairmos de quem somos, e apenas observarmos e sentirmos o sítio onde estamos.
Faz sentido?