
Viram aquele logótipo, adequado na perfeição, ao ano que decorre?
Este aqui…

Viram aquele logótipo, adequado na perfeição, ao ano que decorre?
Este aqui…

Há anos que penso nesta história como uma das minhas favoritas de todos os tempos. Porquê? Tenho vários argumentos e muitas suspeitas sobre os motivos…
A minha cópia deste livro é de 2002, a 19ª edição. Não sei precisar quando o li pela primeira vez, mas foi, claramente, a seguir a 2002. Li-o nos meus 20’s e cativou-me desde a primeira página, quando comecei a perguntar-me para onde poderia ir uma história destas.

Tudo o que vivemos está sujeito à força de coisas que não vemos.
Coisas que não conseguimos observar no momento imediato, mas que são reais, e que se tornam observáveis com a passagem do tempo. Podemos pensar no movimento de rotação da Terra, a força das marés, ou a erosão das arribas, como uns poucos exemplos.

Há quanto tempo não escrevo um destes? Não sei. Perdi-lhe a conta.
Mas, os Diários de Bordo são importantes. São os check-ins que preciso para ganhar perspectiva sobre o que tenho feito e, como isso, serve o meu Trabalho Criativo.

Já ouviram falar?
Cruzaram-se com ele nas redes sociais?

Sabem aquele sentimento, quando acabam de ler um livro que vos transformou o modo de ver a vida, e não sabem muito bem como continuar depois disso?
Não senti nada disso ao terminar este livro. Não o senti porque este livro, e o que ele me mostrou, não é um fim em si mesmo.

O que posso dizer-vos nestes tempos de medo, incertezas e perturbação? Sendo absolutamente sincera posso pedir-vos para ficarem em casa. É possível? Talvez. Talvez não.
Para os que podem ficar protegidos, por favor, não alimentem este vírus com a vossa saúde.