
Ando há meses a pensar no NaNoWriMo de 2020. Esta coisinha aqui… sobre a qual escrevi em 2010.
“Atravesso essa ponte quando lá chegar” tem sido uma frase que muito repito. Sobre o NaNoWriMo. Sobre o manuscrito em questão. Sobre a Vida em geral…

Ando há meses a pensar no NaNoWriMo de 2020. Esta coisinha aqui… sobre a qual escrevi em 2010.
“Atravesso essa ponte quando lá chegar” tem sido uma frase que muito repito. Sobre o NaNoWriMo. Sobre o manuscrito em questão. Sobre a Vida em geral…

É a forma como tu escreves, o teu estilo pessoal. É tudo aquilo que só pode ser escrito por ti, com a tua forma de ver o mundo, a tua experiência pessoal, a manifestação física da tua individualidade.
Escrevemos. A única forma de encontrarmos a nossa Voz de Escritor é manifestarmo-la através da actividade da escrita em si.
Magia. Cada vez que penso em Magia, ocorre-me a crença que alimentei durante anos. Aquela que me dizia que a Magia não existia. Os anos em que recusei ver qualquer Magia para lá daquilo que consigo ver, e tocar, e comprovar por A+B.
Neste momento, tenho a certeza que, muitos de vós estão a revirar os olhos e a mexer-se em direcção à cruzinha vermelha ali ao canto… Pensem em Magia como:

O nosso lote emocional é um terreno que enchemos com aquilo que desejamos. Onde somos quem somos, temos o que queremos ter, pensamos como queremos.
A forma como pensamos esse lote, e aquilo que colocamos lá dentro, é a paisagem pessoal de cada um de nós. A disposição espacial dos objectos, o minimalismo ou coleccionismo, os sentimentos e ideias que retemos.

Viram aquele logótipo, adequado na perfeição, ao ano que decorre?
Este aqui…

Há anos que penso nesta história como uma das minhas favoritas de todos os tempos. Porquê? Tenho vários argumentos e muitas suspeitas sobre os motivos…
A minha cópia deste livro é de 2002, a 19ª edição. Não sei precisar quando o li pela primeira vez, mas foi, claramente, a seguir a 2002. Li-o nos meus 20’s e cativou-me desde a primeira página, quando comecei a perguntar-me para onde poderia ir uma história destas.

Tudo o que vivemos está sujeito à força de coisas que não vemos.
Coisas que não conseguimos observar no momento imediato, mas que são reais, e que se tornam observáveis com a passagem do tempo. Podemos pensar no movimento de rotação da Terra, a força das marés, ou a erosão das arribas, como uns poucos exemplos.