
Não vos direi para irem escrever.
Como fazê-lo sem qualquer prelúdio? Não, não vos vou mandar escrever mas, sintam-se convidados a fazê-lo.

Não vos direi para irem escrever.
Como fazê-lo sem qualquer prelúdio? Não, não vos vou mandar escrever mas, sintam-se convidados a fazê-lo.

Sei que têm sido umas semanas muito erráticas em publicações. Mas, tenho tido bons motivos para isso… com muita pena minha.
Sabendo que é impossível estar atenta a todos os arremessos mal engendrados que a vida me faz, dei comigo bastante surpreendida por mais um lançamento que me atingiu bem no alvo.

Começo por vos advertir que esta é a minha história com o livro “Orgulho e Preconceito” (Jane Austen) e, que deve ser lida em simultâneo com a playlist aconselhada para este tema…
Por vezes, vemos um filme ou começamos a ler um livro e, por um motivo que nem sempre sabemos explicar qual é, não nos identificamos com a obra. Daí até abandoná-la, por completo, costuma ser um curto passo.

Aviso: Deixei o socialmente correcto à porta, e prossigo a escrever sobre o que foi, para mim, de facto o #the100dayproject, no dia em que os 100 dias chegam ao fim.
Se estiverem numa fase de auto-crítica, leiam. Talvez se reconheçam nas minhas circunstâncias. Se estiverem só em modo crítica, não leiam!

Há algumas semanas descobri um Recurso de Escritor fenomenal.
Confesso que o guardei para mim… com excepção de uma curta menção que fiz no artigo Quando a Paixão complica a Vida, e apenas durante o tempo necessário para avaliar se, o que eu retiro dele, poderia ter algum valor para vós.

Partilhar é positivo. É-o, de facto. No outro dia, estava atenta a um vlog, sobre leituras e livros, que costumo seguir quando reparei numa coisa muito interessante… (acho que já vos falei na * e m m i e *, não falei?)
A jovem usava um cartão com uma cor sólida, deslizava por baixo de cada linha, à medida que ia lendo. Fiquei um bocado confusa porque, primeiro, não percebi que jeito poderia dar ao ler um livro.