
Por vezes depara-mo-nos com algo que logo nos cativa. Já vos aconteceu?
Escusado será dizer que a situação inversa é aquela que mais notamos: deparar-mo-nos com algo que nos ofende ou nos causa repulsa.

Por vezes depara-mo-nos com algo que logo nos cativa. Já vos aconteceu?
Escusado será dizer que a situação inversa é aquela que mais notamos: deparar-mo-nos com algo que nos ofende ou nos causa repulsa.

Hoje o Recurso do Escritor é fora deste blog. Há muito que vos falei do Smashwords. Esta é uma plataforma de publicação e distribuição de ebooks que tem crescido e posicionando-se de forma muito interessante no mercado da autopublicação..
Há uns anos decidi experimentá-la, publicando o meu conto ‘Dragões de Simir‘, usando a funcionalidade de pedir ISBN, e disponibilizando o texto para leitura, sem qualquer custo para o leitor (que podem ver aqui…). A par deste conto o projecto Fantasy & Co. disponibilizou também o meu conto ‘Actos de Dor’ (que podem ler aqui…).

Todos nos debatemos com a vontade de criar alguma coisa e com aquilo que acreditamos ser a utilidade dessa obra. Decerto, já vos aconteceu. Todos nos sentimos infelizes quando vemos as coisas desta forma: Esforço vs Utilidade
Parece que passamos os dias à procura de justificações para sermos mais do que aquilo que a sociedade nos impõe que sejamos. Motivos para nos dedicarmos a uma actividade que não é o trabalho físico-mental-o-repetitivo diário. (Não percam o exercício no final deste artigo)

Não é a primeira vez que partilho Livros, Documentários, Poemas de (ou sobre) Sophia de Mello Breyner Andresen.
Adorei conhecer as raízes da sua obra através do documentário ‘O Nome das Coisas‘. Adoro vários poemas desta autora. Começo, agora, a descobrir os seus livros infantis que, de infantis, só têm a categorização.

No final de Janeiro regressei aos meus Diários de Bordo e partilhei convosco as realidades do blog e alguns planos (podem ler tudo sobre isto aqui…). Com Março a irromper vida adentro, chegou a hora de escrever mais um Diário desta viagem tão espectacularmente turbulenta.
Fevereiro foi um mês curto mas recheado. Com o olhar focado no presente, procurei aproveitar todos os minutos de Silêncio e Criar.

Ponto de Situação do Conto de Fevereiro:
Título do Conto: Amor da mãe
Inspirado em: No nascimento da minha filha
Género Literário: Ficção (Romance)
N.º Palavras: 1289
Progressos: Não o considero terminado. Precisa de outros componentes.
Sinopse: Há dores e amores que nunca esquecemos. Apenas sobrevivemos.

Sofro de (mais do que) uma maleita que acompanhou o pós-nascimento da minha pequena: Excesso de ruído quando estou a (tentar) Criar.
Nunca valorizei tanto o silêncio como quando o perdi. As únicas horas de paz imperturbável acontecem quando me levanto, sozinha, antes do nascer do sol.