
Há quanto tempo não escrevo um destes? Não sei. Perdi-lhe a conta.
Mas, os Diários de Bordo são importantes. São os check-ins que preciso para ganhar perspectiva sobre o que tenho feito e, como isso, serve o meu Trabalho Criativo.

Há quanto tempo não escrevo um destes? Não sei. Perdi-lhe a conta.
Mas, os Diários de Bordo são importantes. São os check-ins que preciso para ganhar perspectiva sobre o que tenho feito e, como isso, serve o meu Trabalho Criativo.

Diz-se que, quando as coisas mais nos custam, costuma ser quando mais precisamos delas.
E, esta é uma liçãozinha da m****… a par de tantas outras como “A vida é f*****”, ou “Coisas acontecem”, ou “Não importa o quanto te esforças se não tens sorte”…

Adorava manter uma prática criativa diária. Adorava escrever durante uma hora, todos os dias. Adorava fazer uma pintura, algo em mixed-media, uma ilustração a cada dia que passa.
Adorava encaixar um vídeo, um podcast, um documentário, todos os dias, num qualquer buraco do dia. Adorava visitar um museu, um jardim, uma loja de especialidade de qualquer coisa (visitei um horto pela primeira vez, na semana passada, e deliciei-me) uma vez por semana.

À procura de um projecto divertido? de inspiração para criar? de treino sistemático? de um momento artístico que alivie o peso do dia?
À procura de tudo isto? Ou (só) curioso sobre quão persistente és?

Temas. Todos os nossos escritos os têm.
Temas que reflectem, por hábito ou opção, aquelas coisas que fazem parte da nossa vida como pessoas. Sim, todos os escritores e criativos aprendem a reunir, e inspirar-se, naquelas coisas que existem, ou existiram, nas suas vidas.

Quando for crescida… rica… nenhuma delas ou ambas, em simultâneo, vou ter uma daquelas bibliotecas dignas de pin do Pinterest (espreitem estes Art Corners do meu coração).
Sabem quais são? Aquelas fotos brilhantes, captadas numa grande sala, de pé alto impressionante com, pelo menos, dois andares. Preferencialmente, com uma parede total de vidro e vista sobre um Oceano. Uma secretária posicionada de frente para o mar e um cantinho de leitura à janela. E, filas e filas de livros.

Feliz Dia de S. Valentim…
ou, como ouvi hoje aqui por casa “Dia de Monstrolentim”… Obrigada, Vampirina.